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Caldas Novas é a cidade mais segura de Goiás, aponta anuário; Goiânia é a 4ª capital mais segura do país

Levantamento da Myside com dados do IBGE e Ministério da Saúde mostra Caldas Novas com taxa de 11,6 homicídios por 100 mil habitantes; Goiânia registra 15,2 e fica atrás de Florianópolis, São Paulo e Brasília.

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Caldas Novas é a cidade mais segura de Goiás, aponta anuário; Goiânia é a 4ª capital mais segura do país

Caldas Novas, no sul de Goiás, é a cidade mais segura do estado, de acordo com o anuário "Cidades mais seguras do Brasil", elaborado pela Myside, empresa especializada em tecnologia e serviços no setor imobiliário. O estudo utiliza dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério da Saúde e considera apenas municípios com mais de 100 mil habitantes.


O ranking goiano é liderado por Caldas Novas, seguida por Aparecida de Goiânia, Jataí, Senador Canedo, Trindade, Cidade Ocidental, Goiânia, Formosa, Anápolis e Águas Lindas de Goiás.


Entre as capitais brasileiras, Goiânia ocupa a quarta posição, com taxa de 15,2 homicídios por 100 mil habitantes. As três capitais mais seguras são Florianópolis (11,5), São Paulo (12,3) e Brasília (12,4).

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No ranking nacional de cidades, a mais segura é São Caetano do Sul, no interior paulista, com taxa de 1,9 homicídio por 100 mil habitantes. Caldas Novas registra 11,6 assassinatos por 100 mil habitantes.


Goiás aparece como o oitavo estado mais seguro do país, atrás do Distrito Federal (4º) e à frente de Mato Grosso do Sul (9º) e Mato Grosso (14º). A região Centro-Oeste é a terceira mais segura, atrás do Sul e do Sudeste e à frente do Norte e do Nordeste.


A metodologia do estudo considera as taxas de homicídios a cada 100 mil habitantes registradas em 2025, com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e em dados populacionais do IBGE. Segundo a Myside, a taxa por 100 mil habitantes permite comparar a violência letal em relação ao tamanho da população e reduz oscilações em municípios pequenos. A empresa afirma que esse formato é usado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), embora as definições possam variar entre instituições.

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